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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

PROJETO VENTO DE LETRAS EM OSÓRIO



Osório é a cidade dos cataventos! O Parque Eólico, que produz energia na velocidade dos ventos, também ajuda a produzir boas idéias! Minha amiga Marô Barbieri, idealizou e coordenará, para a Prefeitura e Secretaria de Educação do Município, o projeto "VENTO DE LETRAS", que levará, durante o ano letivo de 2008, 10 escritores às escolas da cidade. Cada mês, um escritor estará visitando a escola em que foi "adotado". A escola vai se preparar para essa visita com antecedência. Vai ler e trabalhar com as obras do autor escolhido por aquele estabelecimento e produzir trabalhos para serem mostrados no grande dia.


Estou bastante feliz de participar deste projeto. Meus companheiros na ventania destas letras são:




- CAIO RITTER


- CARLOS URBIN


- CELSO GUTTIFRIEND


- CRISTINA DIAS


- HERMES BERNARDI Jr.


- JANE TUTIKIAN


- MARÔ BARBIERI


- SERGIO NAPP


- VALESKA DE ASSIS




Hoje foi a abertura do ano letivo e lançamento oficial do Projeto. Além da apresentação, para os professores do Município, reunidos no GAÓ, fomos brindados com um espetáculo do grande mágico e contador de histórias ERIC CHARTIER, e com um delicioso almoço na Fazenda Santa Helena.


Bons ventos começam a soprar o ano de 2008!


terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

TRABALHO NOVO DE TEXTO E ILUSTRAÇÃO - UMA PRÉVIA

Terminei hoje, as ilustrações do meu novo livro da editora Larousse. O livro chama-se CRUZ-CREDO e é um livro de contos de terror. Nele reconto 4 histórias de vários lugares. Estão no livro: A bruxa desencantada; A noiva do diabo; O estranho cavaleiro; A procissão noturna. São histórias pra sentir medo ou ficar arrepiado.


O livro fará parte da Coleção "De boca em boca". Obedecendo ao padrão já adotado para a coleção, as imagens serão monocromáticas. Trabalhar sem poder usar uma ampla paleta de cores é um exercício difícil. O que conta são os claros e escuros, única nuance possível na impressão!

Mas mesmo assim, usei, nos originais, o máximo possível de tonalidades de verdes, que foi a cor que escolhi trabalhar. Gostei do resultado, no original. E agora, fico curioso para saber como ficará na impressão.



Para se ter uma idéia das ilustrações, vejamos uma imagem de cada uma das histórias:



ilustração para o conto "A bruxa desencantada", do livro Cruz-Credo, de Celso Sisto


Gostei muito de trabalhar com os brancos de fundo, como na ilustração acima.




Na segunda história usei umas imagens um pouco mais destorcidas e mais aquareladas. Gosto dessa brincadeira de variar, já que na primeira história eu tinha trabalhado com as cores mais vibrantes. O desafio neste conto foi criar novas imagens para uma história que já publiquei separada, num outro livro de 1999. Agora ela tinha que se adequar ao estilo também das outras histórias do livro. E necessariamente seriam menores do que no livro anterior.



(ilustração de Celso Sisto para o conto "A noiva do diabo", do livro CRUZ-CREDO!, de sua autoria)



Na terceira história, foi muito bom investir na expressão dos personagens e nos movimentos que designam ação. Talvez seja a história em que maior carga dramática aparece na expressão dos personagens. Foi a história mais difícil de fazer!





(ilustração de Celso Sisto para o conto "O estranho cavaleiro", do livro Cruz-Credo!)


E na quarta e última história do livro, brinco mais com a visão espacial.

(ilustração de Celso Sisto para o conto "A procissão noturna", do livro Cruz-Credo!, de sua autoria)

Foi uma delícia fazer esse livro, e depois de concluído vejo que as histórias têm bastante espaço externo e estão mais detalhadas, em termos de desenho. Curioso, pra mim, perceber, que tenho aprendido muito em relação ao desenho, uma vez que minha preocupação sempre foi mais com a parte plástica!

Para este livro, no total foram 33 ilustrações, mais a capa. A primeira história tem 6 ilustrações, a segunda, 8, a terceira, 11 e a quarta, 8. Ufa!

Foi, certamente, um exercício engrandecedor! Espero que a impressão seja boa também! Todo ilustrador sabe que, dependendo do tratamento dado ao material, a impressão pode se distanciar, e muito, dos originais!


É esperar pra ver! E torcer!

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

CONTANDO HISTÓRIAS NA FEIRA DO LIVRO DE IMBÉ

Foi a IV Feira do livro da cidade de Imbé. O local da feira é bem gostoso, de frente para o mar. Estiveram por lá vários escritores amigos meus: Mário Pirata, Carlos Urbim, Fabrício Carpinejar. A feira, que começou na sexta-feira, dia 1 de fevereiro, portanto, antes do Carnaval, seguiu até o final de semana após as folias momescas! E me parece que o público, apesar do Carnaval (ou quem sabe, porque era Carnaval?) esteve presente em bom número.
No dia da minha participação (7 de fevereiro de 2008) também fui à TV COM dar uma entrevista ao vivo. O studio da TV, montado na praia de Capão da Canoa é muito agradável, de vidro e com uma visão muito legal do mar. Fui entrevistado pela apresentadora Simone, do Programa de Verão. A entrevista foi muito agradável e eu me senti bastante a vontade! Se alguém quiser conferir a entrevista, é possível, acessando o site : clicrbs.com.br, em seguida ir clicando em: verão 2008, vídeos, últimos 7 dias, Programa de Verão da TV COM.
Mas emocionante mesmo é estar de frente para o público, ali na feira, uma mistura saudável de adultos e crianças. Fui falando um pouco da minha produção literária, relacionando com a minha história de leitor e "costurando" com histórias de ficção, que contei para o público presente. As histórias narradas por mim neste dia foram: A bruxa Salomé (Audrey Wood); A história do nabo (conto popular russo); Dedo Mindinho (Ana Maria Machado) e Maria Angula (conto popular do Equador). As crianças curtiram, os adultos reviveram a infância e eu, certamente, curti muito mais do que todo mundo.
Saiu na Zero Hora do dia 12 de fevereiro de 2008, na página 9 (Coluna: "Pelo Rio Grande"), uma foto do trabalho e um pequeno texto falando da Feira. Quem quiser conferir, está aí abaixo.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

APROVAÇÃO NA SELEÇÃO PARA O DOUTORADO

Meu presente de Natal de 2007 foi minha aprovação na seleção para cursar o Doutorado na PUC do Rio Grande do Sul. Depois de meses de preparação, redação de projeto de tese, procura de orientador, prova de proficiência em duas línguas estrangeiras, etc., a gente só sossega mesmo quando sai o resultado.
O doutorado da PUC-RS, em Teoria da Literatura tem 10 vagas e eu fui aprovado em primeiro lugar. Nem preciso dizer que estou radiante!
Meu projeto de tese se propõe a estudar os contos populares africanos, publicados no Brasil como literatura infantil. São 4 anos pela frente para viabilizar a pesquisa. Mas, para mim essa pesquisa já começou a muito tempo. Aliás, ela se formalizou mesmo com a publicação do meu livro MÃE ÁFRICA (Paulus, 2007), que de certo modo, me mostrou um rico caminho a desbravar.

domingo, 3 de fevereiro de 2008

ENTREVISTA PARA REVISTA LIVRARIA CULTURA




(Fabrício na Jornada Literária de Passo Fundo, 2007)



Nesta semana, meu amigo Fabrício Carpinejar me mandou um e-mail dizendo que estava fazendo uma matéria para a revista da Livraria Cultura, cujo título era "Toda criança é poeta" e umas perguntinhas para eu responder... Não sei se o que eu disse vai sair na matéria, porque afinal, minhas respostas contrariam um pouco a afirmação do título. De qualquer forma, coloco aqui a entrevista.Eu contando histórias numa palestra em Curitiba
(2007)

Em teu trabalho de contação das histórias, é mais difícil a recepção do público adulto ou o infantil? Por quê?

O público adulto camufla mais! Demora mais para dar sinais de agrado ou desagrado. No público infantil esses sinais são quase que imediatos. O público adulto é mais tolerante ao meio termo, ao mais ou menos, à falta de carisma ou baixa qualidade de um contador de histórias. O infantil é mais sincero, mais barulhento e mais intenso! Portanto, as crianças recebem melhor uma história. Mas ainda assim, elas precisam estar familiarizadas com o exercício do ouvir histórias oralmente, do contrário isso pode ser caótico!

Em "Emburrado", trabalha com poemas. A fixação das imagens por rimas aumenta a contundência dos personagens? As crianças recebem melhor? As rimas carregam o estigma adulto de que não são naturais, mas as crianças não entendem diferente, como uma forma mais espontânea da fala?

A fixação das imagens por rimas aumenta a musicalidade, se apega mais facilmente à memória do público infantil e até provoca mais graça neles. Não é o único caminho para a poesia infantil, mas é uma caminho mais rápido, eu diria. Isso não quer dizer mais fácil nem menos elaborado. É mais fácil da criança perceber o poético na rima, porque ela percebe ali um trabalho de linguagem, diferente por exemplo, da fala cotidiana. Ao mesmo tempo que ela percebe a diferença, ela percebe o lúdico, a brincadeira, e sente prazer nisso! Elas entendem muito bem esse falar-brincando que a rima é e provoca!

Criança é poeta naturalmente? Como ela pode ser incentivada a permanecer poeta ?

Não acredito nisso! Não tão gratuitamente. Criança tem o olhar aberto para o poético na medida em que ela tem o olhar estimulado para a fantasia e para o brincar. Mas precisa ser incentivada a brincar com a língua através de muitos jogos de palavras: ditados populares, cantigas de todo tipo (de roda, de ninar, etc), parlendas, quadrinhas, histórias em forma de poema (como eram as fábulas em seus primórdios, heim?!), os poemas em si. Também ajuda viver num ambiente onde impere a poesia, ter tido liberdade para olhar o mundo de forma detida (ainda que seu tempo de concentração seja diferente do tempo do adulto), demorada e com minúcia. Afinal, criança é poeta quando em seus achados cotidianos, descobre um ângulo diferente para ver as coisas, e para expressá-las verbalmente. Normalmente a poesia de humor ou a mais inventiva possível em termos de figuras, seres, palavras, fazem mais sucesso entre as crianças.

Que livro você gostaria de ser?

Apesar de não ser explicitamente poesia, é pra mim o livro mais poético do mundo: O PEQUENO PRÍNCIPE.

Lembra de algum diálogo encantador e poético com um pequeno leitor?

Um dia, numa dessas visitas que a gente faz a escolas, quando adotam algum livro da gente, um menino me perguntou se eu gostava de ser assim, homem-criança e poeta. Eu disse que homem-criança eu ia ser a vida toda, já poeta eu poderia deixar de ser, se me faltassem as histórias e o contato com as crianças, com a fantasia, com as brincadeiras, se eu ficasse com as veias entupidas e deixasse de sentir as coisas. Aí ele me disse que se eu quisesse ser criança pra sempre eu deveria inventar um Celso de vários tamamanhos, assim quando um começasse a se gastar, entrava outro Celso mais novo no seu lugar, sem nada entupido. Um Celso que não se acabasse mais! Não é poético isso?

sábado, 2 de fevereiro de 2008

UM PANORAMA DAS MINHAS ILUSTRAÇÕES


Ilustração de Celso Sisto para o conto, de sua autoria, "Tudo outra vez", do livro "Diferentes heróis, diferentes caminhos", a ser editado pela ONG LEIA BRASIL, em 2008. O conto é uma releitura de O soldadinho de chumbo, de Hans Christian Andersen.










Veja a capa do livro





Ilustrar tem sido uma experiência mágica na minha vida de escritor! Tudo começou quando minha amiga Lúcia Jurema, na época responsável pela editoria infantil e juvenil da editora Nova Fronteira, comentou, displicentemente, que muitos ilustradores viravam escritores e que o contrário nunca acontecia. Foi o bastante! Para contrariar essa constatação, me lancei na árdua tarefa de ilustrar meu primeiro trabalho, que na verdade era o meu 13º livro: Francisco Gabiroba Tabajara Tupã (editora EDC, Rio de Janeiro, 1999). A repercussão foi grande e acabei ganhando, naquele ano, o prêmio de ilustrador revelação, pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, e o livro ainda foi indicado para o Jabuti e ficou entre os 10 finalistas, na categoria ilustração de livro infantil ou juvenil.

Estava, então, lançada a minha carreira de ilustrador. De lá pra cá ilustrei outros livros meus: "A noiva do diabo" (Chapecó (SC), editora Grifos, 2000), "Vó que faz poema" (Belo Horizonte, editora Santa Clara, 2000); "Ora, pitombas!" (Porto Alegre, WS, 2005); "Angelina" (São Paulo, Larousse, 2006); "Lebre que é lebre não mia" (São Paulo, Larousse, 2007); "Mãe África" (São Paulo, Paulus, 2007) e "Cavaleiro andante" (São Paulo, Paulus, 2007).




Confira as capas





SISTO, Celso. Francisco Gabiroba Tabajara Tupã. Il. do autor. Rio de Janeiro. EDC, 1999. 24 p.


SISTO, Celso. Vó que faz poema. Il. do autor. Belo Horizonte, Santa Clara, 2000. 28p.





SISTO, Celso. A noiva do diabo. Il. do autor. Chapecó-SC, Grifos, 2000. 24p.



SISTO, Celso. Ora, pitombas! Il. do autor. Porto Alegre, WS, 2005. 80 p.






SISTO, Celso. Angelina. Il. do autor. São Paulo, Larousse do Brasil, 2006. 32 p.






SISTO, Celso. Lebre que é lebre não mia. Il. do autor. São Paulo, Larousse, 2007. 40 p.



SISTO, Celso. Mãe África: mitos, lendas, fábulas e contos. Il. do autor. São Paulo, Paulus, 2007. 144 p.

SISTO, Celso. Cavaleiro andante (livro de imagem). Il. do autor. São Paulo, Paulus, 2007. 32 p.




Adoro ilustrar! Mas como sou muito inquieto, não posso dizer que tenha um estilo pessoal, pois acredito que o texto tem que me conduzir à técnica e ao estilo ou linguagem plástica que vou desenvolver naquele trabalho. Tenho horror de pensar que alguém possa olhar para um livro meu e dizer que tudo que eu faço é igual. Não quero ser identificado assim! Cada texto demanda uma abordagem específica e isso me instiga: pensar como vou desenvolver aquelas imagens, que materiais vou usar, com que técnicas vou trabalhar. Isso é lúdico e funciona como um grande jogo, uma brincadeira bem prazerosa! Outra coisa que costumo dizer para as pessoas: não tenho a menor obrigação de fazer um desenho cópia da realidade, não sou fotógrafo! Posso inventar as coisas do jeito que quiser, deformar as figuras, modificar as cores, tudo é criação e invenção. Mas adoro misturar técnicas e materiais, apostar nas texturas, colagens, modificar uma imagem (sem uso da computação gráfica, claro! pois faço tudo direto no papel!). Mas não sou um ilustrador rápido. Preciso de tempo!




Quer ter uma idéia do meu trabalho como ilustrador, além das capas que você ja viu? Aí vão algumas imagens!


Ilustração de Celso Sisto para o livro Francisco Gabiroba Tabajara Tupã (EDC, 1999)



Ilustração de Celso Sisto para o livro Vó que faz poema (Santa Clara, 2000)


Ilustração de Celso Sisto para o livro A noiva do diabo (Grifos, 2000)





Ilustração de Celso Sisto para o livro Ora, pitombas! (WS, 2005)







Ilustração de Celso Sisto para o livro Angelina (Larousse, 2006)




Detalhe de ilustração de Celso Sisto para o livro Lebre que é lebre não mia (Larousse, 2007)


Ilustração de Celso Sisto para o livro Lebre que é lebre não mia (Larousse, 2007)

Ilustração de Celso Sisto para o livro Mãe África (Paulus, 2007)




Ilustração de Celso Sisto para o livro Mãe África (Paulus, 2007)



Ilustração de Celso Sisto para o livro Mãe África (Paulus, 2007)




Ilustração de Celso Sisto para o livro Cavaleiro andante (Paulus, 2007)

Também, paralelo ao exercício de ilustrar livros, tenho ilustrado alguns cartazes. É outro trabalho com imagens do qual gosto muitíssimo. No ano de 2001 fui convidado por Ernesto Rodriguez Abad (diretor artístico do festival) para fazer o cartaz do Festival de Narração Oral de Los Silos, Ilhas Canárias. Em seguida fiz o cartaz do Projeto Baú de Histórias, para o Sesc de Santa Catarina (2004) e novamente fui convidado para fazer o cartaz das comemorações dos 10 anos do Festival de Narração Oral de Los Silos (2005). Todos esses trabalhos são, de verdade, um grande presente!




Veja os cartazes

Cartaz Los Silos 2001



Detalhe de cartaz Los Silos 2005

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

AGENDA FEVEREIRO 2008

7- Estarei contando histórias na feira do livro de Imbé (litoral norte, RS), às 20 horas

28- Estarei dando um palestra em Maquiné (RS), na abertura do ano letivo, sobre A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS, de 9 às 12 horas

ATUALIZANDO RELAÇÃO DE LIVROS QUE PUBLIQUEI ATÉ HOJE...

SISTO, Celso. Ver-de-ver-meu-pai. Il. de Roger Mello. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1994. 24p.

__________. Assim é fogo! Il. de Ivan Zigg. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1995. 32p.

__________. Beijo de sol. Il. de Marilda Castanha. Rio de Janeiro, Ediouro, 1995. 16p.

__________. Mas eu não sou lobisomem! Il. de Denise Rochael. Belo Horizonte, Lê, 1996. 24p.

__________. O dono da voz. Il. de Mariana Massarani. Belo Horizonte, Dimensão, 1997. 24p.

__________. O encantador de serpentes. Il. de Nelson Cruz. Belo Horizonte, Dimensão, 1997. 32p.

__________. Porque na casa não tinha chão. Il. de Lula. Belo Horizonte, Dimensão, 1997. 24p.

__________. O pequeno cantador. Il. de Roger Mello. Belo Horizonte, Dimensão, 1997. 32p.

__________. Quase que nem em flor. Il. de Graça Lima. Belo Horizonte, Dimensão, 1997. 32p.

__________. Enquanto eles dormem. Il. de Graça Lima. Belo Horizonte, Dimensão, 1997. 32p.

__________. Amor meu grande amor. Il. de Marcelo Martins e Teresa Cristina Amiran. Curitiba, Módulo, 1998. 32p.

__________. Anjo de papel. Il. de Graça Lima. Curitiba, Módulo, 1998. 24p.

__________. Francisco Gabiroba Tabajara Tupã. Il. do autor. Rio de Janeiro. EDC, 1999. 24 p.

__________. A noiva do diabo. Il. do autor. Chapecó-SC, Grifos, 2000. 24p.

__________. Vó que faz poema. Il. do autor. Belo Horizonte, Santa Clara, 2000. 28p.

__________. Textos e pretextos sobre a arte de contar histórias. Chapecó-SC, Argos, 2001. 138p.

__________. Ora, pitombas! Il. do autor. Porto Alegre, WS, 2005. 80 p.

__________. Textos e pretextos sobre a arte de contar histórias (2ª edição revista e ampliada). Curitiba, Positivo, 2005. 144 p.

__________. Emburrado! Il. de Suppa. São Paulo, Paulus, 2005. 32p.

__________. O cocô do cavalo do bandido. Il. André Neves. Porto Alegre, WS, 2005. 184p.

__________. Eles que não se amavam. Il André Neves. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2005. 32 p.

__________. Angelina. Il. do autor. São Paulo, Larousse do Brasil, 2006. 32 p.


__________. Ururau, praga e pica-pau. Il. Graça Lima. São Paulo, Scipione, 2006.
48 p.

__________. Lebre que é lebre não mia. Il. do autor. São Paulo, Larousse, 2007. 40 p.

__________. Mundaréu. Il. Rosinha Campos. São Paulo, Paulus, 2007. 32 p.

__________. Mãe África: mitos, lendas, fábulas e contos. Il. do autor. São Paulo, Paulus, 2007. 144 p.

__________. Cavaleiro andante (livro de imagem). Il. do autor. São Paulo, Paulus, 2007. 32 p.

SISTO, Celso & CINETTO, Liliana. Histórias das terras daqui e de lá: humor. Il. de Andréia Resende. Rio de Janeiro, Zeus, 2007. 32 p.

AINDA MAIS UM LIVRO NOVO!

SISTO, Celso. Cavaleiro andante (livro de imagem). Ilustrações do autor. São Paulo, Paulus, 2007. 32 p.


O ano de 2007 foi fantástico na minha produção literária. No apagar das luzes, ainda saiu o meu primeiro livro de imagens. Um desafio e tanto para mim! Contar uma história só através das imagens, sem nada de texto escrito. A história vai se fazendo pela sequenciação das imagens. O leitor tem que ser muito atento, observar todos os detalhes, e ir criando o texto da história, na sua cabeça (ou verbalmente, ou por escrito, depende do leitor!). Por isso, as imagens precisam ser um pouco descritivas também!

Neste livro optei por usar um tratamento realista (embora esse realismo gere muita fantasia) e tintas aquareladas (não ouso dizer que trabalhei com aquarela!). Ficou curioso?


Vou contar um pouco da história:


O livro conta a história de um menino entediado, num dia chuvoso, impossibilitado de sair de casa e do seu quarto! Ele inventa, no quarto, mil brincadeiras, faz barulho e muita bagunça. Sua brincadeira predileta é cavalgar e viver aventuras diversas, montado em seu cavalo. Quando a confusão aumenta, a mãe aparece e manda ele arrumar o quarto. Na arrumação ele descobre um brinquedo esquecido, seu velho cavalo-de-pau. Nova brincadeira começa e ele extrapola os limites do quarto, imaginariamente, e encontra-se com Dom Quixote e Sancho Pança. A mãe volta e confisca o cavalo-de-pau. Mas agora ele descobre uma vassoura, que vira cavalo também. Desta vez ele se encontra com o Rei Arthur e seus cavaleiros. A mãe aparece com o pai e confisca a vassoura. Agora ele descobre um espanador e volta a ter o seu cavalo. Desta vez salva Rapunzel, e em meio a euforia da diversão, quebra o vidro da janela do quarto, abre a porta e se extende pelos limites da casa, quebrando algumas coisas no caminho. Desta vez aparece a família inteira: pai, mãe, avós e irmãos. Condenado a ir brincar fora de casa, mesmo sendo noite, o menino sobe num alazão e vai pelo mundo afora!


Foi esta a história que eu quis contar no livro, mas evidentemente não é a única história possível, e o leitor pode criar e (ler) muitas outras!


Para criar as imagens trabalhei basicamente com aquarelas e tintas bem aguadas, usando uma caneta preta, de ponta bem fina, para contornar os desenhos!



O que eu mais gosto no livro é a cara de satisfação do menino quando vive suas aventuras, e dos 3 personagens que o acompanham em tudo: um cachorro, um gato e uma salamandra.

MAIS UM OUTRO LIVRO NOVO!

Desta vez participo de uma coleção. São 4 volumes na coleção, chamada HISTÓRIAS DAS TERRAS DAQUI E DE LÁ. Isso quer dizer que em cada livro há um tema específico, e em cada livro há 2 autores, um brasileiro e outro estrangeiro. Eu tive a sorte e o privilégio de fazer o volume de histórias de humor, junto com minha amiga argentina, Liliana Cinetto. Na verdade, cada um reconta uma história popular do seu país ou de sua preferência. Minha história se chama "Os três irmãos" e é muito engraçada. Esses três irmãos (Perna Fina, Barriga Grande e Boca Pequena) estão sempre aprontando, sempre botando a culpa um no outro e sempre sendo castigados pelas "artes", seja pela mãe ou pelo "universo. Liliana conta a história "A raposa e o tigre", em que o tigre arma um plano que considerava infalível para se vingar da raposa, que sempre o enganava e fazia de bobo. Para quem quiser conferir aí vai a capa:


SISTO, Celso & CINETTO, Liliana. Histórias das terras daqui e de lá: humor. Ilustrações Andréia Resende. Rio de Janeiro, Zeus, 2007. 32 p.

Os outros volumes da coleção tem os seguintes autores e temas:

volume 1 - AMOR - Lúcia Fidalgo (Brasil) & Mohammed Hammú (Marrocos)

volume 2 - FOLCLORE - Eliana Yunes (Brasil) & Amalia Lú Posso Figueroa (Colômbia)

volume 4 - MEDO - Benita Prieto (Brasil) & Ernesto Abad (Espanha)

Vale conferir!!!!

Ah! Um detalhe técnico: o livro é distribuído pela Editora Nova Fronteira!

OUTRO LIVRO NOVO!

No mês de dezembro, antes que o ano fechasse suas portas, saiu outro livro meu. Eu estava na maior expectativa por esse livro. O livro é resultado de uma pesquisa longa. São 29 contos africanos, das mais variadas etnias, recontados por mim. As ilustrações também exigiram um tempo enorme! Trabalhei com desenhos que são padrões de tecidos, e procurei usar desenhos e cores próprias da etnia a qual está ligada cada história. Esses desenhos funcionam como moldura na ilustração, e na parte central de cada ilustração, usei desenhos em preto e branco e preenchi, quase sempre, um dos personagens com desenhos de símbolos também africanos. Fiquei bastante feliz com a qualidade do livro. O livro é de capa dura e faz parte de uma coleção da editora Paulus.

Confira a capa

SISTO, Celso. Mãe África: mitos, lendas, fábulas e contos. Il. do autor. São Paulo, Paulus, 2007. 143 p. R$ 42, 00

Na Introdução do livro eu explico um pouco mais:

Chegar aos textos que compõem esta coletânea foi um trabalho longo e árduo. Há muito tempo venho reunindo contos populares africanos por uma série de motivos: minha paixão pelos contos populares e pela cultura popular; meu interesse e curiosidade por histórias que vêm de todos os lugares possíveis. Isso sem falar na musicalidade das histórias, na beleza dos nomes dos personagens, na estética e ética, muitas vezes incomuns para nós sul-americanos, motivos sempre encantadores e encantatórios!
Todas as histórias aqui são recontos! Isso quer dizer que as reescrevi a partir de uma base, ou seja, a partir de um outro texto escrito ou oral. Não inventei nada, apenas vou contando as histórias do meu jeito. Portanto, essas histórias são heranças do tempo e patrimônio de todos. E estão aqui para fazerem parte, de agora em diante, e para sempre, do imaginário do leitor, como já fazem do meu!
Fazer uma coletânea implica em fazer escolhas. E por isso acabamos deparando-nos também com nossas preferências pessoais. Isso é inevitável!
Também me chama a atenção a intercomunicação das histórias. Explico: às vezes, numa história que sabemos vinda de longe, com nomes de personagens diferentes, com outro jeito de contar, com episódios nunca antes imaginados, há, na sua essência, alguma coisa que nos é familiar. Essa sensação é gostosa! É a identidade na diversidade!
Então, apesar de a “cor local”, diversidade de contextos culturais, crenças, hábitos, organização social etc. estarem por trás das histórias, elas se assemelham, se intercomunicam, fazem eco com outras tantas histórias espalhadas pelo mundo. E essa “rede” de histórias me fascina!
Um dos critérios que usei para escolher as histórias que iam estar no livro foi o da diversidade. Eu queria aqui histórias das variadas etnias que formam o continente africano. São muitas, são milhares! Na verdade, são muitas Áfricas!
Outro critério foi tentar privilegiar histórias que eu sabia que não estavam publicadas em português. Esse foi, na verdade, um critério de grande peso para mim.
Mas o principal critério foi a beleza. E aqui poderíamos passar horas: beleza da maneira como determinado assunto vira história; beleza que se esconde na sucessão das soluções mágicas encontradas pelo povo para resolver determinados dramas; beleza na maneira de explicar para o outro uma atitude inesperada; beleza para falar das coisas que se aninham no coração.
As histórias aparecem no sumário do livro com estas indicações: ou da etnia a que pertencem, ou do país ou países de onde vieram, ou da região geográfica em que estão inseridas. Em alguns casos foi possível mencionar tudo: etnia, país e região.
O livro, então é uma coletânea de 29 histórias, para usar uma denominação geral. Mas bem se sabe que aqui estão mitos, lendas, fábulas e contos propriamente ditos.
Tive que deixar de lado, para um próximo trabalho, tantas outras histórias maravilhosas. Certamente, o material coletado propiciará a continuidade deste estudo e publicações.
Por hora, espero que o leitor se delicie com esta festa de cores, sabores, nomes, fatos, feitos e fantasia! Eu não me canso nunca de reviver tudo isso, cada vez que leio estas histórias.
Celso Sisto

MENSAGEM DE NATAL

Todo ano tenho mania de escrever uma mensagem de Natal, como se fosse um cartão, e enviá-la para todos os meus amigos. Agora, no final de 2007, escrevi um poema, e como de costume, mandei para toda a minha lista de amigos. Recebi "milhões" de retornos, comentários, agradecimentos, parabéns, etc. por causa do poema. Então, resolvi colocá-lo aqui no meu blog.


AVISO NO CÉU
Celso Sisto


A estrela era cadente,
candente,
tremente,
sei lá!
Muito quente, talvez,
para retê-la nas mãos!

Eu juro!

Trazia luz para o mundo!
Um muro?
E eu mudo?

Mudo sim!

Transfiro toda a escuridão
do mundo para um tempo
de sub-mundos, esse tempo
em que os homens rastejavam,
e na irracionalidade,
também matavam uns aos outros,
fosse em quedas de aviões e vôos arriscados,
em usurpações do patrimônio,
público e privado,
em privações de comida e afeto,
em dilapidações do fatal diamante:
a alma!

Fecho para sempre a porta da caverna.
Que fiquem ali esquecidos dos arqueólogos,
os resquícios da guerra urbana, da miséria humana.
E enterrados os monstros e fantasmas
que arrastam correntes e crianças
pelas ruas ásperas da nossa era.

Mas deixarei aberto o estábulo.
Mesmo que eu quisesse fechá-lo,
seria impossível,
pois não há porta que tranque
dois mil e tantos anos de nascimento.

Que se renova! E se renova!
E brinca no céu,
como uma nova fase da lua!


Talvez existam olhos,
para documentar o milagre!

Mas, espere!
Acorrem animais de todos os cantos!
Talvez nessa hora nosso lado obscuro
Pudesse tirar vantagem do parentesco
Com os bichos!

Anjos, música, presentes, magos -
Tudo o que é iluminado,
foi tocado, de algum modo,
por uma fagulha de vida!

Essa, que se multiplique,
que se espalhe no ar,
e atravesse o portal
de mármore do ter
e se incendeie na manjedoura
do ser.


Que 2007 cumpra seu destino, acordando afetos!
Que 2008 seja um verdadeiro banquete de dignidade!
Que possamos olhar ao redor e reconhecer as pessoas

COLUNA DE CRÍTICA LITERÁRIA REVISTA MIA JAN-FEV 2008



REVISTA RAINHA DOS APÓSTOLOS, ANO 84/Nº 996/ JANEIRO E FEVEREIRO DE 2008






LUGAR NA PRATELEIRA

Celso Sisto*

Este espaço é para falar de livros infantis e juvenis. Bons livros, claro. Livros que se destacam tanto pelo texto quanto pelas ilustrações e, que, por isso mesmo, podem e devem fazer parte da biblioteca dos pequenos e jovens leitores. Vale pedir o livro de presente para os pais, para os avós, para os padrinhos, para o professor ou para a biblioteca da escola! E vale acompanhar também, a cada mês as dicas desta coluna, para formar a sua própria biblioteca de livros altamente recomendáveis!



LAGO, Angela. Um ano novo danado de bom (2ª ed.). Il. da autora. São Paulo, Moderna, 2006. 40 p. R$ 22,00

PARA VIVER UM NOVO ANO

Um ano acaba e outro começa. A festa e os foguetes são para capturar a sorte enquanto se pensa no que passou, se adquire força para o que virá e se cultiva a esperança. Repetir, fazer diferente, tentar outra vez: ano novo pede tudo isso!
E que tal começar o ano lendo este livro?
Num tempo distante, um homem branco compra no porto 4 escravas irmãs, para trabalharem para ele. No caminho da casa do patrão as moças fogem, deixam para trás a menorzinha, que é ainda bebê, e, de remorso, são transformadas em pássaro, árvore e rio. O homem chega ao lar sem as escravas fujonas, mas com ricos presentes para a esposa e os filhos: uma pena vermelha, uma laranja de ouro e um peixe de prata, além, é claro, da pequena escrava para ser criada pela família. O tempo, que voa, cria aventuras, revela o passado mágico das meninas e traz bons motivos para festejar!
A autora, de forma fantasiosa e poética, reprova a escravidão e toca no passado histórico do Brasil. Como um conto de fadas, daqueles com transformações, objetos mágicos e final feliz, o livro usa uma linguagem quase que cotidiana, e de forma enxuta e rápida desenvolve aventuras extraordinárias para desafiar a realidade.
As ilustrações, feitas em computador, revelam o domínio dessa ferramenta e ganham um jeito mais suave, menos duro e certinho! As imagens, quase miniaturas, dão um toque delicado às reviravoltas vividas pelas escravas.
Ângela Lago é autora e ilustradora super-premiada. Sua obra traz embutido o desejo de fazer de novo e melhor! Essa inquietação estimula novos trabalhos, sempre de alta qualidade. E tem tudo a ver com quem quer começar o ano desafiando a si mesmo! Faça diferente você também!


* Celso Sisto é escritor, ilustrador, contador de histórias do grupo Morandubetá (RJ), ator, arte-educador, especialista em literatura infantil e juvenil, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Mestre em Literatura Brasileira pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e responsável pela formação de inúmeros grupos de contadores de histórias espalhados pelo país.


NOVAMENTE COLUNA DE CRÍTICA LITERÁRIA

LUGAR NA PRATELEIRA

Celso Sisto*

Este espaço é para falar de livros infantis e juvenis. Bons livros, claro. Livros que se destacam tanto pelo texto quanto pelas ilustrações e, que, por isso mesmo, podem e devem fazer parte da biblioteca dos pequenos e jovens leitores. Vale pedir o livro de presente para os pais, para os avós, para os padrinhos, para o professor ou para a biblioteca da escola! E vale acompanhar também, a cada mês as dicas desta coluna, para formar a sua própria biblioteca de livros altamente recomendáveis!



FIGUEYRA, Cláudia. Três reis magros. Il. de Denise Nascimento. São Paulo, Paulinas, 1998. 24 p. R$ 13,00

UM NATAL ATUALIZADO

Vem chegando o fim do ano e um monte de coisas começam a rondar a nossa cabeça: férias, Natal, Ano Novo. As pessoas ficam mais sensíveis, mais amorosas talvez, mais preocupadas com as diferenças sociais! As festas e os fatos se repetem, um ciclo se fecha, outro se abre, e nós somos levados a parar para pensar.
Três reis-meninos, descalços, magros e pouco alimentados, numa noite de tempestade e falta de luz, vêm pela cidade à procura do menino que nasceu. Encontram-no debaixo de uma marquise, protegido pelo pai e pela mãe e admirado por um gato e um cachorro. Só ali havia luz. Os três reis magros entregam seus presentes pro menino: paciência, esperteza e alegria; e se vão, por outros caminhos...
A história é inspirada no nascimento do menino Jesus. Mas o presépio é substituído pela marquise, o campo trocado por uma cidade grande, os reis magos viram meninos de rua e os presentes não são mais ouro, incenso e mirra! São coisas de que o menino irá precisar para se virar na vida! Tudo, tudo apontando para um futuro incerto.
O livro usa linguagem poética e pouquíssimo texto para contar a velha-nova história. A pobreza e o abandono são denunciados, mas com leveza, conquistada pelas frases curtas, pela escolha das palavras e pelo clima de festa e alegria, da canção Maracangalha, de Dorival Caymmi.
As cores fortes, os fundos aquarelados, e as manchas cinzas e azuis iluminam a travessia das crianças pela noite escura, embalada pela desproporção, o alongamento das figuras e os cortes.
O texto ganhou prêmio especial do júri, em 1996, na categoria contos infantis, da União Brasileira de Escritores (Prêmio Adolfo Aizen).
Falar sério brincando é o grande jogo desta história!

* Celso Sisto é escritor, ilustrador, contador de histórias do grupo Morandubetá (RJ), ator, arte-educador, especialista em literatura infantil e juvenil, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Mestre em Literatura Brasileira pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e responsável pela formação de inúmeros grupos de contadores de histórias espalhados pelo país.

COLUNA DE CRÍTICA LITERÁRIA

Todo mês escrevo uma pequena resenha sobre uma obra de literatura infantil. Adoro comentar sobre os bons livros, livros bonitos, criativos, verdadeiros objetos de arte. É claro que não vou perder tempo falando de livros ruins. E evidentemente só vou divulgar literatura de alto nível.


Minha coluna literária chama-se LUGAR NA PRATELEIRA e sai todo mês na revista MIA, que é um encarte direcionado ao público infantil (e seus pais ou responsáveis!) da revista RAINHA DOS APÓSTOLOS.


Esta revista é uma publicação mensal da Sociedade Vicente Pallotti/ Província N.Sra. Conquistadora/Padres e Irmãos Palotinos. O diretor da revista é o Pe. Romeu Ullrich. O projeto gráfico da revista é de Mirian Raquel Fachinetto Cunha.


Apesar de ser uma revista de uma sociedade religiosa, a revista não é exclusivamente sobre assuntos religiosos, pelo contrário, é bem eclética e tem matérias muito legais. Quem não conhece a publicação, vale a pena conhecer.


Abaixo vai a minha coluna do mês de Dezembro/2007.