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domingo, 7 de agosto de 2011

OFICINA - MUNDO, MUNDO VASTO MUNDO: A ATUAL LITERATURA INFANTIL LATINO AMERICANA


Como eu havia prometido, aqui vão os textos e as indicações de todo o material que mostrei e/ou trabalhei na nossa oficina, nas Paulinas.

Agradeço imensamente aos alunos. Foram 3 encontros muito animados, divertidos e dinâmicos, com muita troca! Adorei!

APONTAMENTOS DO ESCRITOR MÁRIO VARGAS LLOSA SOBRE A AMÉRICA LATINA

1. Os anos sessenta foram exultantes. A América Latina passou a estar no centro da atualidade graças à Revolução Cubana, às guerrilhas e aos mitos e ficções que estas puseram em circulação. Muitos europeus, norte-americanos, africanos e asiáticos viam surgir no continente das quarteladas e dos caudilhos uma esperança política de mudança radical, o renascimento da utopia socialista e um novo romantismo revolucionário. Ao mesmo tempo, descobriam a existência de uma literatura nova, rica, pujante e inventiva, que, além de fantasiar com liberdade e ousadia, experimentava novas maneiras de contar histórias e almejava libertar a linguagem narrativa tradicional

2. O que significa sentir-se um latino americano? Do meu ponto de vista, antes de mais nada, é ter consciência de que as demarcações territoriais que dividem os nossos países são artificiais, imposições políticas arbitrárias dos anos de colônia e que os líderes da emancipação e os governos republicanos, em vez de alterarem, acabaram por legitimar, quando não as agravaram, dividindo e isolando sociedades nas quais o denominador comum era muito mais profundo que as especificidades de cada uma. Essa balcanização forçada da América Latina (...) foi um dos fatores decisivos para o nosso subdesenvolvimento, pois estimulou nacionalismos, guerras e conflitos, em que os países latino-americanos se digladiaram, desperdiçando recursos gigantescos que poderiam ter sido usados para a sua modernização e progresso.

3. As fronteiras nacionais não sinalizam as reais diferenças existentes na América Latina. Estas ocorrem no interior de cada país e de forma transversal, englobando regiões e grupos de países. Há uma América Latina ocidentalizada, que fala espanhol, português e inglês (no Caribe e na América Central) e é católica, protestante, ateia ou agnóstica, e uma América Latina indígena, que, em países como o México, a Guatemala, o Equador , o Peru e a Bolívia , re3úne milhões de pessoas e preserva instituições , práticas e crenças de raiz pré-hispânica. Mas essa América indígena, por seu lado, não é homogênea; constitui um outro arquipélago e apresenta diferentes níveis de modernização. Enquanto algumas línguas e tradições são patrimônio de amplos agrupamentos sociais, como o quéchua e o aimará, outras, como no caso das culturas amazônicas, sobrevivem em comunidades pequenas, formadas, às vezes, por algumas poucas famílias.

4. A mestiçagem, felizmente, é muito difundida e estende pontes, aproxima, vai fundindo esses dois mundos. Em alguns países, como no México, ela já integrou cultural e racialmente a maioria da sociedade – talvez te3lnha sido esse o único feito positivo da Revolução Mexicana -, transformando dois extremos étnicos em minorias. Essa integração é, certamente, bem menos dinâmica no restante do continente, mas continua a ocorrer e, a longo prazo, acabará prevalecendo e dando à América Latina um perfil diferenciado de um continente mestiço, embora esperemos que isso se realize sem que ela seja uniformizada totalmente, sem que seja privada de suas nuanças, coisa que não parece possível nem desejável no século da globalização e da interdependência entre as nações.

5. Na realidade, a América Latina é ao mesmo tempo espanhola, portuguesa, indíegena africana e de muitas outras realidades. Qualquer esforço no sentido de estabelecer uma identidade única para a América Latina tem o inconveniente de efetiva uma cirurgia discriminatória que exclui e desaparece com milhões de latino-americanos e com várias formas e manifestações de sua frondosa variedade cultural.

6. A riqueza da América Latina está no fato de ela ser muitas coisas ao mesmo tempo, o que faz dela um microcosmos no qual coabitam quase todas as raças e culturas do mundo. Cinco séculos após a chegada dos europeus às suas praias, serras e matas, os latino-americanos de origem espanhola, portuguesa, italiana, alemã, chinesa ou japonesa são tão oriundos do continente como os que têm seus ascendentes nos antigos astecas, toltecas, maias, quéchuas, aimarás ou caribes. E as marcas deixadas pelos africanos no continente, onde também estão há cinco séculos, estão presentes por todos os lados: nos tipos humanos, na fala, na música, na comida e até mesmo em certas formas de prática religiosa. Não é exagero dizer que não existe tradição, cultura, língua e raça que não tenha acrescentado alguma coisa a esse efervescente redemoinho de misturas e uniões que se realizam em todos os aspectos da vida na América Latina. Esse amálgama é o seu maior patrimônio: ser um continente que carece de identidade justamente porque contêm todas elas. E porque continua a s transformar todos os dias.

7. (...)Há um assunto que atravessa todos os caminhos tortuosos da cultura latino-americana: a abissal contradição existente entre a sua realidade social e política e a sua produção literária e artística. O mesmo continente que, por suas gigantescas desigualdades de renda entre pobres e ricos, seus níveis de marginalização, desemprego e pobreza, pela corrupção que mina as suas instituições, por seus governos ditatoriais e populistas, pelos seus níveis de analfabetismo e escolaridade, seus índices de criminalidade e de tráfico de drogas e o êxodo de suas populações, é a própria encarnação do subdesenvolvimento, detém um alto coeficiente de originalidade literária e artística. No campo cultural , só se fala em subdesenvolvimento, na América Latina, no que tange à sua vertente sociológica: a pequenez do mercado cultural, o pouco que se lê, o âmbitorestrito das atividades artísticas. Mas, no que se refere à produção, nem seus escritores, nem seus cineastas ou seus pintores, nem seus músicos (que fazem o mundo inteiro dançar) poderiam ser chamados de subdesenvolvidos. Em seus melhores expoentes, a arte e a literatura latino-americanas já deixaram há muito tempo de ser pitorescas ou folclóricas, e atingiram níveis de elaboração e originalidade que lhe garantem audiência universal.

8. Enquanto as elites culturais se modernizavam e se abriam pra o mundo, renovando se graças a um cotejar permanente com os grandes centros de pensamento e de criação cultural da vida contemporânea, a vida política, com raras exceções, permanecia ancorada em um passado autoritário de caudilhos e camarilhas que aplicavam o despotismo, saqueavam os recursos públicos e mantinham a vida econômica congelada no feudalismo e no mercantilismo. Produziu-se um divórcio monstruoso: enquanto os pequenos redutos da vida cultural – (...) mantinham contato com a modernidade e evoluíam, surgindo deles escritores e artistas de alto nível, o restante da sociedade permanecia quase que imobilizado em um anacronismo autodestrutivo.É verdade que as coisas melhoraram um pouco nos últimos tempos, pois vigoram hoje, na maior parte da América Latina, governos democráticos. Mas alguns deles são abalados em virtude da incapacidade de satisfazer as demandas sociais e da corrupção que os corrói, e o continente ainda traz como lembrança emblemática de seu passado a ditadura mais longeva do mundo: a de Fidel Castro (quarenta e seis anos no poder). E na Venezuela, o populismo ressuscita com força torrencial.

9. Dentre as influências prevaleceu, em boa parte da história latino-americana, a cultura européia, principalmente a francesa. Desde os tempos da independência, em que as ideais dos enciclopedistas e dos doutrinários da revolução deixaram uma marca fundamental nos ideais de emancipação, passando pelo positivismo, que marcou o ofício intelectual e cívico de um canto a outro da região, mas, sobretudo, no Brasil e no México, até relativamente pouco tempo os modelos estéticos, as ideologias, os valores filosóficos, os temas e prioridades do debate intelectual na América Latina acompanhavam muito de perto o que acontecia na Europa. E, com freqüência, o que chegava a nós de outras culturas era por meio de traduções. Modas e interpretações européias.

10. Na literatura criativa (...) construíram universos fictícios que utilizam como matéria -prima as realidades indígenas de seus países, que todos eles conheciam intimamente. Mas seus feitos artísticos teriam sido impossíveis sem uma destreza verbal e sem técnicas formais que eles adquiriram graças a modelos da literatura européia e norte-americana, que souberam aclimatar ao seu próprio mundo (...). A renovação permanente das formas e das idéias, em função da crítica e da autocrítica. A constante assimilação de valores e princípios importados que enriquecem os seus próprios. Isso tudo dentro de uma convivência entre diferentes que só a liberdade, o espírito crítico e a vocação de universalidade tornam possível.

11.Embora seja de lá (...) repudio com todas as minhas forças a barbárie representada pelos caudilhos militares e pelas ditaduras dos homens fortes- todas elas, sem exceção, sejam de direita ou de esquerda –, o estúpido machismo, o nacionalismo, que é a grande cortina de fumaça por trás da qual os governos justificam o armamentismo e os vultuosos desvios de dinheiro que este possibilita, assim como a visão patrioteira e provinciana da cultura e da política, que é como que a outra face do nacionalismo e a melhor receita para não sair jamais do subdesenvolvimento. Mas a América Latina não é apenas isso (...). Trata-se de um mundo cheio de energia e criatividade, mais fecundo e exultante do que a imagem que dele oferecem as suas elites políticas, e que, em especial nas artes e nas letras, conseguiu superar as limitações do terceiro-mundismo e atingir uma importância internacional

LLOSA, Mario Vargas. Sabres e utopias: visões da América Latina. Rio de Janeiro, Objetiva, 2010. P. 313-323.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Histórias contadas por contadores de histórias

BEATRIZ FALERO et al. Latinoamerica em voz 1: cuentos y leyendas. Ilustrado por Pablo Cabrera. Buenos Aires, Ediciones Abran Cancha, 2008.

MARISSA AMADO et al. Latinoamerica em voz 2: cuentos y leyendas. Ilustrado por Lucas Nine. Buenos Aires, Ediciones Abran Cancha, 2008.

- Ouvimos o conto "Perurimá y el Pa'i" - Cuento tradicional paraguaio, na versão de Marco Flecha. (p. 47-50)

Texto teórico

LLOSA, Mario Vargas. Sabres e utopias: visões da América Latina. Rio de Janeiro, Objetiva, 2010. P. 313-323.

Contos populares

COLEÇÃO ÁTICA: CO-EDIÇÃO LATINO-AMERICANA

Títulos: - Contos de lugares encantados

Como surgiram os seres e as coisas

Contos de artimanhas e travessuras

Contos populares para crianças da América Latina

Contos e lendas de amor

Contos de assombração

Contos de animais fantásticos

Contos, mitos e lendas para crianças da América Latina

(VENEZUELA) – RIVAS, Ivonne. El dueño de La luz (cuento warao). Ilustrações de Irene Savino. Caracas, Ediciones Ekaré, 1994.

(BOLÌVIA) – WEISE, Carlos Saavedra. Biru Biru, la leyenda del viento. Santa Cruz de la Sierra, Plano Municipal de Fomento a La Lectura, 2008.

Livros de poesia:

(PORTO RICO) JIMÉNEZ , Juan Ramón– Verso y prosa para niños. Puerto Rico, Publicaciones Puertorriqueñas, 1996.

(CHILE) NERUDA, Pablo. Neruda para jovens: antologia poética bilíngüe . Rio de Janeiro, José Olympio Editora, 2010.

(COLÔMBIA) NIÑO, Jairo Aníbal. La alegria de querer. Santafé de Bogotá, Panamericana Editorial, 1999.

(ARGENTINA) CINETTO, Liliana. Hechizo de espuma. Buenos Aires, Crecer Creando, 2009.

(ARGENTINA) CINETTO, Liliana. Problemas en el ropero... y otros versos diversos. Buenos Aires, Edelvives, 2007.

(CHILE) PARRA, Nicanor. Cantiga de ninar. Ilustrações de Enrique Martínez. Trad. Ana Lúcia Abrantes e Mary Grace Fighiera Perpétuo. Petrópolis, Autores & Agentes & Associados, 1993.

(PERU) KIRINUS, Glória. Lâmpada de lua. Ilustrações de Fernando Cardoso. São Paulo, Ave-Maria, 2001.

(PERU) KIRINUS, Glória. Se tivesse tempo. Ilustrações de Fernando Cardoso. São Paulo, Ave-Maria, 2000.

Narrativas:

(COLÔMBIA) MÁRQUEZ, Gabriel García. A luz é como água. Ilustrações de Carme Solé Vendrell. Trad. Eric Nepomuceno. Rio de Janeiro, Record, 2001.

(COLÔMBIA) NIÑO, Jairo Aníbal. El músico del aire. Il. do autor. Medellín, Editorial Colina, 1999.

(COLÔMBIA) NIÑO, Jairo Aníbal. El cuenta distancias. Il. do autor. Medellín, Editorial Colina, 1999.

(COLÔMBIA) NIÑO, Jairo Aníbal. La señora Contraria. Il. do autor. Medellín, Editorial Colina, 1999.

(URUGUAI) APARAÍN, Mario Delgado. La taberna del loro en el hombro. Il. Luis Gabriel Pacheco. Montevideo, Banda Oriental, 2004.

(ARGENTINA) CORTÁZAR, Julio. Discurso do urso. Il. Emilio Urberuaga. Trad. Leo Cunha. Rio de Janeiro, Galerinha Record, 2009.

(CHILE) NERUDA, Pablo. Ode a uma estrela. Il. De Elena Odriozola. Trad. Carlito Azevedo. São Paulo, Cosac Naify, 2009.

(URUGUAI). GALEANO, Eduardo. História da ressurreição do papagaio. Il. Antonio Santos. Trad. Ferreira Gullar. São Paulo, Cosac Naify, 2010.

(URUGUAI) OLAONDO, Susana. Gato blanco, gato negro. Il. Da autora. Montevideo, Alfaguara infantil, 2008.

(ARGENTINA). CINETTO, Liliana. Uma história com cores. Il. Irene Singer. Trad. Leandra Trindade. São Paulo, Callis, 2011.

(MÉXICO) HINOJOSA, Francisco. A pior mulher do mundo. Il. Rafael Barajas. Trad. Ecila de Azeredo Grünewald. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1998.

(MÉXICO) LOME, Emilio. El elefante y la margarita. Il. Luis San Vicente. Santa Cruz de Tenerife, Diego Pun Ediciones, 2010.

Crítica Literária

Revista Rainha dos Apóstolos – Coluna “Lugar na prateleira” – Edição de maio de 2009.

BRANDÃO, Ignácio de Loyola. O menino que vendia palavras. Ilustrações de Mariana Newlands. Rio de Janeiro, Objetiva, 2007. 63 p.


O SABOR DAS PALAVRAS

Celso Sisto

Ah, como é bom provar palavras! Conhecidas e desconhecidas! Grandes e pequenas. Fortes e levíssimas (quase voadoras)! Graves e agudas. Cheias de consoantes e fartas de vogais... E sabe que gosto tudo isso tem? O gosto da descoberta! Do treino da imaginação! Do apelo do mistério! Do domínio do segredo! Do desafio da memória!

O pai do menino sabia o significado de muitas palavras, sem precisar olhar em livro nenhum! Funcionava assim: os outros meninos escolhiam uma palavra, e no dia seguinte o menino trazia o significado dado pelo pai. Um dia foram à casa do menino, comprovar se o pai não usava mesmo livro nenhum. Ficaram surpresos com aquele homem que respondia tudo de primeira. Ele dizia que a leitura lhe ajudava a entender o significado das palavras. Mas o filho abusa e começa a cobrar dos colegas para perguntar ao pai o significado das palavras que eles queriam saber. Quando o pai descobre que seu filho vende as palavras para os colegas, a história muda de rumo!

O menino é quem conta tudo. E a história se passa num outro tempo. Numa infância de antigamente, no tempo da bala Toffee, da enciclopédia Jackson, das coleções de tampinhas, rolimãs, figurinhas.

O livro faz uma declaração de amor aos livros: livros grossos, de Monteiro Lobato, de contos de fadas. Tudo o que efetivamente contribui para a formação do leitor: gente que gosta de ler por perto, livros à vontade, desafios crescentes. Parece uma confissão, mas não deixa de criticar o mundo da infância - muitas vezes só “nãos”, surras e castigos.

Outros atrativos do livro são: letra grande, linhas largas, muito espaço na página. As ilustrações exploram o preto, o branco, o vermelho. Parecem antigas, tiradas de almanaques, misturadas com fotografias, retrabalhadas no computador.

Ignácio de Loyola Brandão é bem conhecido por seus livros para adultos. É autor premiado (mais de 30 livros), respeitado, porta-voz de temas complicados. E escreve para o leitor criança com muita propriedade. Esse livro conquistou vários prêmios, inclusive o Prêmio Jabuti de Livro do Ano, na categoria Ficção, em 2008.

Vida longa ao livro e à boa literatura!


Ilustradores

- DIEGO FRANCISCO SACHES RODRIGUES/COLÔMBIA

- AGUSTÍN COMOTTO/ARGENTINA

- ALBERTO MONTT/CHILE

- LUÍS SCAFATI/ARGENTINA

- RAQUEL ECHENIQUE/CHILE

- EULALIA CORNEJO/EQUADOR

- AITANA CARRASCO/VENEZUELA

- OTTO MEZA/EL SALVADOR

- DIEGO FRANCISCO SANCHES/MÉXICO

- ALEJANDRO SALAZAR/BOLÍVIA

- ALFREDO SODERGUIT/URUGUAI

- HORACIO GATTO/ARGENTINA

- MARIE CASTAÑEDA/PERU

- ADELA DORE/REPÚBLICA DOMINICANA

- RAÚL COLÓN /PORTO RICO

- ENRÍQUE MARTINEZ/CUBA

- NÍVIO LÓPEZ VIGIL/NICARAGUA

- TOÑITO AVALOS/PERU

- VICKY RAMOS/COSTA RICA

- RAFAEL BARAJAS/MÉXICO

- ANA MELIZA RAMIREZ ARRAZOLA (MELYDHARK) – GUATEMALA

- PAOLAT DE LA CRUZ/REPUBLICA DOMINICANA

Meus contatos

www.celsosisto.com

www.csisto@hotmail.com

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6 comentários:

Anônimo disse...

Olá Professor!

Obrigada pela bibliografia prometida, e enviei email solicitanto o nome da autora para minha ideia de tcc, lembra?
Desde já agradeço.

Abraço e sucesso, sempre!

Anônimo disse...

Olá Professor!

Obrigada pela bibliografia prometida, e enviei email solicitanto o nome da autora para minha ideia de tcc, lembra?
Desde já agradeço.

Abraço e sucesso, sempre!

Isabel

celso sisto disse...

Isabel! Recebi sua mensagem e já fiz contato com minha amiga que estuda o assunto que você quer pesquisar. Estou aguardando ela me mandar as indicações que pedi pra ti.
Abraço e obrigado!

Anônimo disse...

Hehe!! Acho que deveriam fazer camisetas com os dizeres "Eu fui!" para cada oficina sua. O povo compraria, garanto!!

Sobre "Mundo, vasto mundo"... Foi a primeira em que participei, e amei!! Foi riquíssima, lúdica, dinâmica...! Tudo junto! Foi na qual conheci sua espontaneidade, sua criatividade, dinamismo, o quanto você é incrivelmente sábio, e na mesma em que tive, pela primeira vez, um livro autografado!! "Tininha Cereja" é um tesouro na minha minúscula, mas sempre em crescimento, coleção de livros de literatura infantil!!

Agradeço muito por proporcionar momentos de aprendizagem tão maravilhosos, e por compartilhar esses materiais belíssimos aqui no blog!!

Um grande abraço da mais nova leitora e admiradora,
Bruna M.

celso sisto disse...

Olá, Bruna! Obrigado pelas palavras generosas e carinhosas. Adoro preparar as oficinas e adoro compartilhar esse material todo com os professores. Grande abraço e continue ampliando sua biblioteca. O que importa é a qualidade!

Anônimo disse...

Com certeza, também considero que é a qualidade dos livros é o mais importante! Aquele ditadinho básico, "Às vezes, mais é menos!". Ainda que não muitos exemplares, as obras que tenho foram selecionadas por mim, e as amo!

Ah, ontem você nos perguntou por sugestões! Tenho uma (ou seriam, duas?!): acredito que a literatura latino americana, vista em três módulos, como a que participamos sexta-feira e sábado, complementaria, ao mesmo tempo que ampliaria, a que você propôs em agosto, no curso da Paulinas. Fiquei curiosa por saber mais!

Também imaginei algo relacionado à cultura indígena (embora muito dela possa estar relacionada à cultura e literatura latino americana de uma forma ampla, não é?!) Acho que daria em um trabalho fantástico!

Opa, 'peraí', mais uma ideia (!): poesia! Isso me intriga bastante, e adoraria conhecer autores contemporâneos interessantes e obras destinadas às crianças!

Acho que agora deu (mas sinto que é por enquanto...!!!)!

Um abraço!
Bruna M.